“Esta terra é minha”

Um vídeo para se pensar, ele conta a historia das guerras ocorridas em Israel de uma forma musical e poética, onde cada elemento do vídeo continua a canção com a mesma voz apos matar o que estava cantando antes, “Esta terra é minha” é um vídeo de Nina Paley.
No final deste vídeo aparece o texto “A cópia é um Ato de Amor, copie e compartilhar. Copyheart.org”. Como é um ótimo vídeo e merece ser compartilhado, bom, aqui está:

Página original aqui.

E3 2014 PODCAST

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Nesse podcast falamos sobre toda a E3 de 2014 e todas as conferências. Chamamos o Marcello(@Ollecramarcello), Bossay(@GabrielBossay), Alexandre(@Alexmourade) e o Tuti(@Tuti_GS) pra gravarmos sobre a maior conferência de jogos do mundo. Descubra porque a Microsoft fez o dever de casa, como a Sony esqueceu porque ganhou ano passado, e com quem a EA devia aprender a fazer conferência.

Tempo de Duração: 50 minutos

Link de todos os vídeos e jogos apresentados:

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PAC Games #3 – PSN Plus Jogos de Maio

capa paba1 certoNesse podcast você escuta o Marcello(@Ollecramarcello), o Alexandre(@Alexmoura) e o Tuti(@The_TutiGS) falarem sobre os jogos que estavam grátis no mês me maio na PSN Plus brasileira. Descubra porque jogos de luta não são bons, ouça porque o play 2 era melhor e venha conosco nessa peça de teatro.

Tempo de Duração: 20 minutos

Trailer dos Jogos desse Mês:

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Como Jogar Halo Pode Ser Relaxante

Antes de começar eu queria dizer que essa história não aconteceu comigo e sim com um amigo meu, só que escrever em primeira pessoa é melhor pra narrativa.

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Hoje vou contar pra vocês porque se minha casa pegasse fogo esse ia ser o primeiro item que eu ia sair correndo pra pegar.

Eu tava feliz, tinha tudo (que um garoto de garoto de 15 podia querer). Tinha um emprego, uma namorada, o novo jogo do Halo tava pra sair e a melhor parte era que EU TINHA DINHEIRO PRA COMPRAR ELE.

Lembro me disso como se fosse ontem, dia 16 de novembro de 2012, dia do lançamento do jogo. Estava terminando meu expediente no trabalho e também era dia de pagamento, recebi o combinado (não sei quanto ele ganhava) e logo separei as 200 pila referentes ao jogo. Liguei pra minha namorada e falei pra caso ela conseguisse sair da escola a tempo me encontrasse no Shooping Center Norte (que é normalmente conhecido só como CN), ela disse que provavelmente não ia conseguir chegar lá e que não ia dar pra me encontrar.

Tudo bem, afinal de contas eu queria mesmo era jogar o novo Halo. Corri (palavra que ele usou quando contou a história, eu duvido porque o Google me diz que essa distancia é de 4,2 Km, mas tudo bem) de Santana até o CN embaixo de chuva. Não demorei muito para chegar até a “Livraria Amarela” (se quiser o nome aparecendo aqui tem que anunciar) e quando cheguei lá vi uma coisa que me deixou aterrorizado, uma pessoa que parecia muito com a minha namorada estava lá, só que essa não era de longe a pior parte dessa minha saga, essa menina que parecia minha namorada estava beijando uma pessoa que parecia muito o ex namorado dela.

Era uma situação tão absurda que ela não podia estar acontecendo, pelo menos era isso que o meu cérebro tentava me dizer, e como o meu cérebro é o cara que diz que tomar detergente não é lá a melhor das ideias, decido confiar nele nessa e acabo assumindo que isso não está acontecendo e que é só uma coincidência incrível.

Entro na loja, compro o Halo e agora tudo que eu quero é sair dali sem ser olhar pra quelas duas pessoas, chegar em casa e usufruir minha nova aquisição nerdistica.

Só que quando o mestre do universo me disse pra jogar o dado de andar sem ser visto eu acabei tirando 1. Se você joga RPG você sabe que tirar 1 é igual a cair, e foi bem isso o que aconteceu enquanto eu passava por eles. Zuei o tornozelo, a sacola saiu voando e todo mundo ficou olhando. Inclusive aqueles dois sósias. Então a sósia da minha namorada me chama pelo nome. Pensei que como era muito improvável que ela tivesse uma irmã gêmea E tivesse esquecido de me contar E que essa irmã dela sabia meu rosto e meu nome mesmo sem eu nunca ter visto a dita cuja E que essa irmã dela estaria pegando e ex namorada dela. Confirmei mais uma vez que meu cérebro nem sempre me dava os melhores conselhos, como na vez em que eu coloquei um bule de café de metal no microondas (essa eu deixo pra contar outra hora).

Levanto do chão, recolho o jogo e vou falar com aquela que até a alguns minutos atrás eu teria chamado de minha namorada, e que agora não sei exatamente como chamar, penso que “vadia” é uma palavra apropriada. Pensando no caminho até ela o quão burra ela devia ser pra resolver ir se encontrar com o amante em um lugar que eu falei que estava indo. O dialogo seguinte transcorreu mais ou menos assim:

- O que você tá fazendo aqui ? – pergunta ela ainda segurando a mão do cara.

- Eu disse que tava vindo pra cá – falo tremendo – o que ESSE CARA tá fazendo aqui ?

- Mor, eu acho melhor a gente conversar – diz isso tentando soar o mais meiga possível.

- NÃO, EU TO INDO EMBORA DAQUI – grito e viro as costas. Só que quando eu faço isso o ex que já não era tão ex quanto eu achava finalmente resolve se pronunciar. E pra alegria geral de uma nação ele diz:

- É, acho melhor mesmo você ir embora mesmo.

Olho pra minha sacolinha contendo o item que me fez presenciar essa cena e vejo por um segundo a imagem da Cortana nela, e eu penso o que o Master Chief faria ? Ele não ia deixar isso barato, e como o meu cérebro não tava dando os melhores conselhos, resolvo mudar e começo a acatar os conselhos da Cortana. Viro o mais rápido possível e dou um soco na cara do maluco que no atual momento é menos ex que eu.

Nesse momento eu percebo como dar um soco na vida real doí a mão. Pelo menos tenho a maior satisfação em ver sangue escorrendo do nariz do infeliz, dou uma ultima olhada pra cara daquela vadia (é vadia é um nome apropriado) e digo. “Não temos o que conversar, acabou”. Saio correndo do shopping ainda tremendo e me sentindo o mair merda possível, chego em casa e faço de Halo minha terapia pelas próximas 20 horas seguidas, quando acabo o jogo estava muito bem obrigado.

 

Noite Sangrenta – Prólogo

Diário do Capitão James Richardson da New Scotland Yard. 31/08/2012 Sexta feira

Era uma noite comum de patrulha noturna. As ruas de Londres já foram bem mais vazias a um século atrás, só que hoje dúzias de pessoas  circulam por elas, em sua maioria jovens indo ao cinema, ou a algum pub qualquer.

Não era para eu estar em patrulha naquele dia. Eu estava de folga, mas infelizmente eu briguei com a minha esposa e ela me expulsou de casa. Na verdade ela me arremessou um vaso. Francamente eu não me lembro do motivo da briga mais me lembro de que eu não queria ficar lá mais um minuto sequer. Foi então que vesti meu uniforme e sai de casa.

Eu moro em um apartamento de Old Brompton RD. De lá comecei a caminhar sem destino por quinze minutos. Eram 23:00 quando cheguei  a Drayton Gardens, uma bela rua residencial, com suas casas geminadas, que me faziam lembrar de minha própria rua, e da briga que tive com a minha mulher.

Eu já estava cansado, e parei encostado em um carro para fumar. Tudo parecia tranquilo. Nenhum ruído podia ser ouvido em toda a rua. A não ser é claro o barulho de algo caindo no chão como um bac surdo a uns metros da onde eu estava. Fui seguindo pela calçada, quando notei algo no chão, o que claramente prova que eu não tinha ouvido coisas. Conforme me aproximava percebi do que se tratava,

Era uma bela mulher que aparentava ter uns trinta, quarenta anos no máximo. Ela vestia uma saia de couro preta muito curta por sinal, e uma camiseta de manga comprida branca com um enorme decote que salientava seus seios. Em outra ocasião àquela mulher teria chamado a minha atenção pela sua beleza e vulgaridade, porem naquele momento ela chamou minha atenção pela forma que morreu.

Sua garganta havia sido cortada profundamente. Seu sangue se espalhava por seu peito, e por grande parte do chão. Sua perna estava aberta e de lá também saia sangue. Pois sua vagina havia sido retira e colocada em cima seu corpo. E em sua mão semifechada, encontrei um bilhete digitado que dizia o seguinte:

“Jack is back. Get Ready London”

Eu devo ter ficado vários minutos olhando o bilhete, pois olhar para a mulher era aterrador, e eu sabia que aquilo era só o começo.

Spritz – A Nova Forma de Leitura

Se você tá lendo isso é porque você tem o minimo de habito de leitura, nem que seja pra ficar lendo postagem no Facebook. Agora imagina todas essas horas que você gasta lendo por dia transformada em minutos, isso vai ser possível em um futuro nem tão distante com o Spritz.

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Só entrar no site e tem um jeito bem intuitivo de como ler nele, basta deixar o seu olho fixo na seta vermelha e deixar ele rodar. Assim que vi isso, logo quis saber se era possível ler alguma coisa que com uma history line, fui na locadora do Paulo Coelho e baixei o livro Divergente (precisava de uma leitura leve pra testar) e comecei a ler.

Só um parenteses aqui, ele não tem um aplicativo oficial, ele é só um software desenvolvido. É mais fácil imaginar ele como o WordPress, as pessoas usam esse software pra criar coisas, mas ele por si só não tem nada. Se você me segue nas redes sociais sabe que eu sou um usuário de Windows Phone e o app pra ele se chama Dynamic Reader, e n,ão, não sei pra outros OS. Agora voltando.

Demorei uns 4 dias pra ler o livro que na versão impressa têm 500 paginas, e olha que eu não li mais que meia hora por dia (já explico o porque). Eu li na velocidade de 750 palavras por minuto e em média cada capitulo demorava 5 minutos. O app permite velocidades de até 1000 palavras por minuto, que pra mim no momento é impossível. Quem sabe com um pouco mais de prática eu consiga ler nesse velocidade.

Agora vamos falar dos pontos negativos dele. Na velocidade em que eu estava lendo já não é mais possivel entender TODAS AS PALAVRAS no texto, palavras como “a” ou “eu” por serem muito pequenas passam tão rápido que seu olho não percebe e algumas vezes quando aparecia uma tabela não é possível ler. Não foi raro as vezes em que eu tive que parar o texto e ler do jeito “normal” (estranho falar de mais de um jeito de se ler, mas é assim que vai ser se essa moda pegar), porque tinha perdido alguma parte. Outro fator que dificulta é que você tem que ficar parado, imóvel até com seus olhos pelo tempo da leitura. Eu não consegui passar mais de 10 minutos assim, tinha que sair e fazer outra coisa.

É possível conseguir entender o texto perfeitamente, mas não todos os detalhes. Fora que isso não é viável para livros onde deve existir um momento de reflexão. Resumo da opera, se você tem muitos livros pra ler e quer dar uma agilizada neles, ou precisa ler um livro rápido é uma boa opção. Se você já lê em formatos digitais, também é bom pra você.  Pra mim ele faz mais sentido do que ter um e-reader, já que a ideia do e-reader é você não carregar mais livros, só que você substitui os livros pelo peso dele na mochila, agora ler no celular é melhor porque eu sei que você tá sempre com ele e não é um peso extra pra carregar.

PS: Esse texto tem 571 palavras, se você ler na velocidade máxima de 600 palavras por minuto que o The Old Reader (unico jeito de ler um texto na web, é só colocar o feed) deixa você ler, você consegue ler ele em menos de um minuto. Quanto tempo você levou pra ler ele normal ?